UNIMED - Sergipe
30 de Abril de 2021

Empatia e eficiência são as grandes marcas do atendimento do Laboratório da Unimed Sergipe

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O protagonismo da Unimed Sergipe no enfrentamento ao novo coronavírus proporcionou ao seu time experiências únicas e que marcam o currículo profissional. Para Kelly Gouveia, coordenadora do Centro de Diagnósticos, a implantação do primeiro laboratório privado de biologia molecular do Estado é reconhecida como o grande desafio da sua carreira.  
 
Na entrevista da série Sou do Time dessa sexta, 30, a biomédica fala sobre a experiência de atuar na linha de frente na luta contra a Sars-CoV-2, com a responsabilidade de conduzir a equipe de análise dos exames diagnósticos da Covid-19. Confira:
 
UNIMED SERGIPE: Conte um pouco da sua carreira e há quanto tempo integra o Time Unimed?
KELLY GOUVEIA: Atuo como biomédica há 19 anos, sendo sete anos na Unimed Sergipe. Sempre fui muito dedicada aos estudos, além da graduação tenho especialização em Análises Clínicas e Endocrinologia Clínica, e Qualidade em Análises Clínicas e Mestra em Ciências Naturais.  
 
US: A Unimed Sergipe implantou o primeiro laboratório biomolecular particular do Estado. Como profissional, como você avalia essa experiência após um ano de pandemia?
KG: A implantação do Laboratório de Biologia Molecular realmente foi uma experiência marcante. Num curto espaço de tempo, e em meio a pandemia, treinamos a equipe, fechamos propostas de negócios de máquinas, selecionamos  profissionais especializados, organizamos e atualizamos os protocolos de qualidade, validamos, perante as instituições públicas de saúde, Lacen Sergipe e Fiocruz, e iniciamos a execução do serviço. Entendo essa execução ágil, objetiva, eficiente, coerente e com qualidade como o grande aprendizado que a pandemia nos proporcionou.  
 
US: Do ponto de vista de quem está na linha de frente, quais os principais desafios para diagnóstico e controle da Covid-19?
KG: O maior desafio, além da implantação do laboratório, foi lidar com a ansiedade das pessoas que realizam desse tipo de exame – o RT-PCR, sejam elas parte da equipe ou pacientes, todos mostraram sinais de ansiedade. Esse fato em específico, foi algo que me ensinou bastante nessa pandemia. Na tentativa de me colocar no lugar do outro, com empatia, busquei estimular na minha equipe um olhar mais atencioso ao informar cada paciente sobre o resultado do exame.  
 
US: A Covid tem tomado a maior parte da atenção da saúde no Brasil, no que alterou a rotina do laboratório a pandemia?
KG: O laboratório é primordial para o diagnóstico dos casos na pandemia. Afinal, somos a equipe que dá o resultado se o paciente foi infectado com o vírus. E a pandemia trouxe uma nova rotina para o nosso ambiente de trabalho. Além das análises dos exames eletivos e hospitalares, os casos suspeitos da Covid exigiam uma equipe especial com protocolos e métodos diferenciados para melhor atender o crescente número de solicitações de diagnósticos da doença. Por ser um vírus novo, ficamos em constante atenção nos estudos que foram publicados, novas diretrizes e implantações que foram criadas, e estar em alerta as mudanças propostas pela Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS).