UNIMED - Sergipe
12 de Maio de 2021

Com afeto e dedicação, profissionais da enfermagem desempenham papel fundamental no acompanhamento de pacientes com Covid-19

Durante o atual cenário de pandemia em que se encontra o mundo, uma das profissões que tem sido de grande importância é a enfermagem. Acompanhando pacientes que testam positivo para a covid-19, principalmente os que se encontram em isolamento, os enfermeiros atuam de maneira fundamental, tanto nos acompanhamentos como na assistência prestada para prevenir essa e outras doenças.

Quando se trata da equipe de enfermeiros da Unimed Sergipe, nos casos de monitoramento de pacientes com covid, uma Equipe Multidisciplinar de Saúde mantém contato telefônico com o paciente positivado, testado na Unimed, para informações sobre seu estado de saúde. O acompanhamento é feito até o período de alta do isolamento social ou até quando o profissional julgar necessário, para aqueles clientes que permanecem sintomáticos após esse período.

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“O enfermeiro possui um papel de suma importância nessa equipe, para a coordenação da Sistematização de assistência à saúde desses pacientes diante da infecção viral por SARS-CoV-2.  O papel da enfermagem tem sido indispensável nessa pandemia. Atuamos acompanhado a manifestação da infecção durante o período de isolamento social, orientando cuidados e na detecção prévia de problemas de saúde que podem ser evitados ou minimizados com a conduta correta do profissional de saúde que realiza o monitoramento”, diz a enfermeira Unimed, Izadora Torres.
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Atuando de maneira direta e efetiva nas ações de prevenção de doenças, esses profissionais exercem a função de organização do serviço, desempenhando um papel estratégico para atenção integral à saúde, a fim de evitar complicações das doenças e promovendo saúde, bem-estar e qualidade de vida para seus clientes.

Todo esse cuidado e o acompanhamento, que muitas vezes é feito de perto, acabam criando laços afetivos entre pacientes e profissionais da enfermagem. De acordo com a enfermeira Izadora, o surgimento desses laços é algo inevitável.

“Mantenho uma relação muito afetuosa com os pacientes acompanhados por nossa Equipe. É inevitável a criação de laços afetivos, pois os pacientes depositam confiança em nossa conduta profissional, além de podermos ajudar com a ansiedade e angústia de muitos pelas incertezas acerca da infecção”, pontua a profissional da enfermagem. 

Essa relação afetuosa é tida como muito importante também para a enfermeira do Unimed Pleno Viviane Gomes. Ela ressalta que o ser humano possui necessidades biopsicossociais-espirituais e afetivas, e que a saúde e o bem-estar são obtidos quando há um equilíbrio entre estas necessidades.
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“Sempre procuro enxergar que o meu paciente possui necessidades complexas, que vão além da saúde. Não posso olhar para o meu paciente e enxergar nele apenas um número ou uma doença, eu enxergo um indivíduo que pode estar necessitando de um cuidado de enfermagem, de uma escuta, de se sentir seguro, porque, muitas vezes, além de verbalizar, vai ser com o olhar que ele vai transmitir suas necessidades.  Ao meu ver, não há possibilidade alguma de conseguir entendê-los sem ser empática, e isso aproxima, faz com que eles criem uma relação de confiança e de respeito”, explica Viviane Gomes, ao pontuar também sua satisfação em receber gratidão de um paciente.

A enfermeira Viviane relata ainda algo que aconteceu durante o início da pandemia, quando a Unimed Sergipe passou a realizar o serviço de telemonitoramento dos pacientes testados positivo para a covid. Para ela, a distância dos pacientes acabou causando certo tipo de sofrimento, mas uma paciente a fez perceber a importância de seu trabalho naquele momento.

“Quando começou eu achava que seria muito mais útil se eu trabalhasse diretamente na linha de frente e esse foi um sentimento que me provocou um sofrimento muito grande até o momento em que em uma ligação, a paciente chorosa não queria desligar por medo do desconhecido e por solidão. Nesse momento eu entendi que mesmo por telefone todas nós do monitoramento poderíamos ser a mão amiga que aqueles pacientes poderiam ter”, concluiu a enfermeira do Unimed Pleno.