UNIMED - Sergipe
22 de Julho de 2021

Imunização Covid-19: infectologista cooperada Unimed Sergipe fala da importância de se completar o ciclo vacinal

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Entre os desafios surgidos durante a pandemia da covid-19, a imunização tem sido um dos maiores desafios enfrentados pelos governos. Além da campanha de vacinação seguir de forma lenta no Brasil, a recusa de pessoas para tomar a segunda dose tem dificultado o andamento da imunização.
 
Atualmente, quatro vacinas estão liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil. Uma delas, a Janssen, é de dose única. As demais - Sinovac/Butantan (Coronavac), Fiocruz/Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech – necessitam de uma segunda dose para completar a imunização.
 
A infectologista cooperada Unimed Sergipe, Dra. Márcia Maria Macêdo Lima, explica que a aplicação de apenas uma dose não assegura a imunização do indivíduo. “Os dados de eficácia conhecidos e comprovados referem-se a esquemas com duas doses, portanto, não podemos nos considerar protegidos com apenas uma dose. É essencial cartão de vacinação completo. Além disso, mesmo depois de se imunizar, é importante manter o uso de máscara, a higiene das mãos com álcool gel e o distanciamento social”, alerta a médica.
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Para ser liberada no Brasil, o fabricante da vacina deve enviar uma série de relatórios à Anvisa, comprovando a qualidade do imunizante e a sua eficácia. Todas as vacinas em uso no Brasil atualmente apresentam alto grau de eficácia, o que tem diminuído a incidência de casos graves e de óbitos no país.
 
“Eficácia é a capacidade de uma vacina em prevenir doença. De acordo com a eficácia de cada uma das vacinas, determina-se através de estudos clínicos a chance de não desenvolver a doença.  Porém, nenhuma vacina é 100% eficaz. Além disso, enquanto tivermos doses insuficientes para vacinar grande parte da população, sempre teremos pessoas vulneráveis e que poderão apresentar quadros graves da COVID-19”, alerta Dra. Márcia.